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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Manuais da Hyundai ignoram português brasileiro


A PROTESTE, instituição responsável por promover o Latin NCAP – testes de impacto realizados com carros vendidos na América Latina – solicitou que a Hyundai faça algumas alterações nos manuais de instruções que acompanham seus veículos. Segundo o órgão, algumas palavras são desconhecidas no vocabulário brasileiro, muitas delas vêm do português de Portugal e até do espanhol.

Termos como “travões”, “atrelador", “aquando da activação”, “desempañador el parabrisas” e "estrada split-mu” foram encontrados nos arquivos de vários modelos, como o Veloster.

De acordo com a PROTESTE, todos os manuais de instrução de veículos importados precisam ser escritos em português "brasileiro" e não podem apresentar erros que dificultem o entendimento do proprietário do automóvel.

A CAOA, representante da Hyundai no Brasil, informou que já solicitou à matriz na Coréia do Sul que faça a revisão e a correção dos livros, mas não deu nenhum prazo para a entrega ou disponibilização dos novos arquivos em seu site.

Outras polêmicas

Essa não é a primeira vez que a Hyundai se envolve em polêmicas desse tipo. Além dos comerciais grandiosos, onde seus carros são sempre "os melhores do mundo", a marca também já foi autuada pelos números de potência do Veloster e por ter anunciado que foi considerada a melhor montadora do mundo pela JD Power - orgão norte-americano que faz pesquisa de satisfação de clientes - quando na verdade ficou apenas com o quarto lugar no quesito "satisfação inicial do consumidor".
Fonte:  iGCarros

domingo, 15 de abril de 2012

Santander fecha acordo com a Hyundai para financiar carros da marca com exclusividade no Brasil


O Santander e a Hyundai Motor Brasil fecharam um acordo de exclusividade para financiar a venda de automóveis da montadora sul-coreana que serão produzidos no Brasil. O banco irá ceder créditos tanto para pessoas físicas na aquisição de veículos como para concessionárias na aquisição de carros para estoque. Apesar de informar que irá oferecer “linhas competitivas”, taxas e valores não foram divulgados no comunicado.

“Temos plena confiança no Brasil e por isso estamos sempre em busca de expandir nossa atuação no País”, disse em nota à imprensa o vice-presidente executivo da Santander Financiamentos, Félix Cardamone, destacando que, no último trimestre de 2011, o banco teve o melhor desempenho dos últimos anos no financiamento de veículos. A expansão foi de 7% ante o terceiro trimestre do ano e de 14% em 12 meses.

A Hyundai finaliza em Piracicaba (SP) sua primeira fábrica no território nacional – a planta em Anápolis, no estado de Goiás, é do importador CAOA, que deverá deixar de trazer os veículos da montadora ainda neste ano –, prevista para ser inaugurada no final do ano. Espera-se que no primeiro ano a fábrica tenha uma produção de 150 mil unidades, do compacto do projeto HB, desenvolvido especialmente para o nosso mercado. Sobre a duração do contrato de exclusividade, o Santander responde que a parceria com a Hyundai será de “longo prazo”.
Fonte: BlogAuto

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Hyundai exige uso de carros para fechar patrocínio com Corinthians, diz jornal


Não é de hoje que a Hyundai negocia um acordo de patrocínio com o Sport Club Corinthians Paulista. Sigilo é a palavra de ordem nas negociações entre o clube e a montadora, mas a imprensa esportiva vai, aos poucos, descobrindo os detalhes que ainda impedem a oficialização do acordo.

Segundo informações do diário Lance!, não é apenas o contrato vigente com a atual patrocinadora do Corinthians que impede a assinatura da nova parceria com os coreanos. Um dos entraves seria a obrigatoriedade do uso dos carros da Hyundai pelos atletas do time paulista. O pré-acordo firmado entre as partes prevê que cada jogador do Corinthians ganharia dois veículos que seriam emprestados em regime de comodato pela montadora. Após um ano, quem manifestasse vontade de comprar o automóvel teria desconto na aquisição, mas quem recusasse a aquisição teria o carro trocado por um modelo zero quilômetro. No entanto, todos seriam obrigados a usar os veículos em seus deslocamentos urbanos, especialmente nas idas ao clube.

O jornal afirma que é justamente esta exigência que estaria impedindo o acordo. Como os contratos de vários atletas estão em vigência, eles teriam de ser convencidos a deixar seus atuais carros na garagem para usar um Hyundai no dia-a-dia. O Corinthians crê que a Hyundai é que deve falar diretamente com os jogadores, mas a montadora acha que cabe ao clube chamar os atletas para conversar.

A prática de conceder veículos para atletas de grandes clubes é muito comum na Europa. Uma das montadoras que mais investem no futebol é a Audi, que apóia clubes como Barcelona, Milan e Real Madrid. O acordo prevê que os atletas destas agremiações são obrigados a dirigirem carros da marca alemã quando podem ser vistos nas dependências de seus clubes.

Boatos indicam que o Corinthians poderia desembolsar até 50 milhões por ano em um contrato de três anos de duração, conforme o mesmo diário Lance! noticiou no início da semana. Se a Hyundai realmente estampar sua logomarca na camisa do Corinthians, uma situação curiosa será criada entre o alvinegro e seu arquirrival Palmeiras. Isso porque o clube verde e branco assinou recentemente um contrato de patrocínio de três anos com a Kia Motors, uma das maiores concorrentes da Hyundai pelo mundo. Vale ressaltar que Hyundai e Kia pertencem ao mesmo conglomerado, mas operam de forma independente em todos os mercados.
Fonte: QuatroRodas

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Com fábrica brasileira, Hyundai quer estar entre as quatro grandes


Com sua nova fábrica brasileira, a Hyundai quer atingir uma meta bastante ambiciosa no mercado nacional: figurar entre as quatro marcas mais vendidas no País. Esta afirmação foi dada pelo presidente da Hyundai do Brasil, Seong Bae-Kim, em entrevista à revista Época Negócios. O principal modelo que ajudará a empresa a conquistar esse feito será o novo compacto HB, que disputará mercado com VW Gol e Fiat Uno.

Além do visual bastante moderno e do interior bem desenhado, a marca apostará no custo benefício. O HB (sigla referente à Hyundai Brasil) terá uma lista mais ampla que a dos arquirrivais a um preço inferior ou igual – o Gol, por exemplo, não vem nem com limpador do vidro traseiro na versão “pé-de-boi”, que custa R$ 30 mil. Além do hatch, a família originará um sedã para fazer frente ao Siena e Voyage e também um utilitário-esportivo, aos moldes de Ford EcoSport e Renault Duster.

O HB terá como público-alvo pessoas com idade entre 30 e 40 anos.

Sobre o empréstimo de R$ 307 milhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Seong Bae-Kim informou à publicação que o dinheiro emprestado pelo banco será destinado a conclusão da planta piracicabana, na aquisição de equipamentos restantes para a linha de montagem dos carros e também para os escritórios do grupo.

O executivo disse que a fábrica brasileira não irá gerar conflitos em relação ao grupo CAOA que produz os automóveis Tucson e ix35 flex e os caminhões HR e HD em Anápolis, no estado de Goiás. A fábrica da Hyundai terá capacidade para produzir 150 mil unidades por ano. Esse volume, entretanto, pode dobrar pela perspectiva de exportação para toda a América Latina.
Fonte:  Blogauto

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

TSF suspende isenção do IPI para Hyundai


A Procuradoria Geral da Fazenda conseguiu suspender na última terça-feira (27), junto ao TSF (Tribunal Superior Federal), a liminar que isentava o grupo CAOA, representante da Hyundai no Brasil, de pagar a nova alíquota do IPI para automóveis importados ou com menos de 65% de nacionalização.

Segundo a Procuradoria, o benefício de isenção destina-se às montadoras que produzem veículos em solo brasileiro, no Mercosul ou no México. Desta forma, os modelos da marca que são importados da Coréia do Sul passarão a ser taxados como qualquer outro que esteja fora desta regra.

“Consideramos que a decisão judicial favorável ao contribuinte prejudica a política pública adotada pelo governo federal de equilibrar o déficit comercial do setor automotivo” afirmou Olindo Herculano de Menezes, presidente do TRF da primeira região, que finalizou dizendo que “não cabe ao Poder Judiciário estender benefícios tributários, no caso a redução da alíquota do IPI, para contribuintes não contemplados pelo legislador”.

No dia 16 de dezembro, a CAOA havia conseguido junto ao TRF uma brecha que a isentava da cobrança da nova alíquota, tendo como base a alegação de que o governo brasileiro estaria violando o GATT (Acordo Geral Sobre Tarifas e Comercio). O acordo visa harmonizar as políticas mercantis entre as nações signatárias e combater praticas protecionistas.

Por ora, o grupo representante da marca coreana não se pronunciou sobre a decisão do TSF.
Fonte: iGCarros

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Hyundai Elantra e ix35 poderão ser feitos no Brasil


O levante coreano segue a todo vapor no mercado de carros do país. Segundo aponta a revista Veja desta semana, o grupo CAOA, representante da Hyundai no Brasil, pretende abrir mais duas fábricas da marca em território nacional – a empresa já conta a planta de Anápolis (GO), onde são feitos o HR e o Tucson, e levanta mais uma unidade em Piracicaba (SP), onde será feito o compacto HB, um produto ainda inédito direcionado para os ditos países emergentes.


De acordo com a publicação, a CAOA planeja uma fábrica no estado de São Paulo, onde pode ser feito o SUV ix35, ao passo que a outra linha de montagem pode ser em Pernambuco. Nessa planta, a empresa cogita produzir o sedã Elantra, que pode se tornar um rival de volume para modelos como os consagrados Honda Civic e Toyota Corolla.


Segundo a publicação, as duas novas fábricas também seriam administradas pela CAOA, a exemplo do que já ocorre na unidade operante em GO – a planta no interior de SP será dirigida exclusivamente pelos coreanos. Com capital para investir em novas instalações, a empresa brasileira planejava aumentar a participação da Hyundai no Brasil, que ainda relutava em entregar o comando das novas linhas de produção.

Como resposta aos coreanos e uma forma de dar continuidade aos investimentos, a CAOA cogitou trazer duas novas montadoras chinesas para o mercado nacional, que, ainda de acordo com a revista, teriam aceitado ceder seus direitos para produção no Brasil. Com a ameaça, a Hyundai voltou atrás e decidiu aproveitar a oportunidade bancada pelo parceiro. A fonte, no entanto, não divulgou nenhuma data de previsão de abertura das novas plantas. Contatado pelo iG Carros, o departamento de comunicação da empresa disse desconhecer o assunto.
Fonte: iGCarros

sábado, 12 de março de 2011

Estaria Chris Bangle indo para a Hyundai?


Rumores vindos da Coreia dizem que Chris Bangle estaria indo para a Hyundai com a missão de trazer mais personalidade ao visual dos carros da marca. A estratégia parece ser a mesma adotada pela marca-irmã Kia, que contratou o ex-Audi Peter Schreyer para conferir (com sucesso) um ar mais “germânico” aos seus modelos.

O americano começou sua carreira na Opel, mas logo depois foi para a Fiat, onde chefiou o projeto do Coupé. Ao contrário do que muitos pensam, somente o interior do modelo foi projetado pela Pininfarina. Contudo, Bangle é mais conhecido por sua passagem pela BMW, onde foi “acusado” pelos fãs puristas de matar a identidade da marca – principalmente na Série 7 E65. Apesar da polêmica, durante a era Bangle a BMW tomou da Mercedes-Benz a liderança do mercado de carros de luxo. Toda a linha atual da BMW foi concebida no mandato do designer.

O sucesso recente da Hyundai não esconde a falta personalidade de alguns modelos – caso do i30, que tem linhas aparentemente inspiradas no trabalho do próprio Bangle no BMW série 1. A estratégia de trazer um designer da escola europeia funcionou na Kia, pertencente ao mesmo grupo industrial, e cuja nova identidade trouxe um aumento global de vendas com o lançamento dos projetos assinados por Peter Schreyer. Um exemplo próximo da gente é o Cerato, de vendas inexpressivas no Brasil na geração anterior, e que hoje consegue comercializar 1.600 carros por mês, acima do tradicional Vectra.

Caso o boato se confirme, e com a estratégia de marketing/vendas da Hyundai (cuja agressividade, vale lembrar, não é exclusiva do Brasil, e sim mundial), é melhor Toyota e Honda começarem a ficar ainda mais preocupadas.
Fonte: Jalopnik

quinta-feira, 10 de março de 2011

Hyundai desiste temporariamente de fábrica no RJ


A dívida envolvendo a Asia Motors pode levar a Hyundai a desistir de outros investimentos no Brasil. Enquanto o veredicto do governo brasileiro não for dado, a gigante coreana pretende congelar seus projetos de fábricas no país, para evitar a penhora das plantas. O cancelamento mais recente foi o de uma unidade fabril na cidade de Resende (RJ). A informação é do jornal Diário do Vale.

O imbróglio envolvendo a dívida da Asia Motors se arrasta há anos. A empresa foi comprada após a falência pela Kia, que um ano depois passou às mãos da Hyundai. Hoje, o governo tenta cobrar o R$ 1,7 bilhão concedido em incentivos fiscais para a construção de uma fábrica que nunca saiu do papel da irmã menor e três sócios. No entanto, caso a Justiça decida que todo o conglomerado é responsável, pode sobrar para a marca representada pelo Grupo Caoa.

Por outro lado, a coluna Radar da revista Veja afirma que avançam sem obstáculos as negociações entre a Hyundai Heaby Industries e o grupo EBX, de Eike Batista, para a construção de uma fábrica de aparatos navais no estado fluminense a partir de uma joint-venture. Será?

sexta-feira, 4 de março de 2011

Hyundai melhora monitoramento dos pneus


A Hyundai trabalha no aperfeiçoamento do sistema de monitoramento dos pneus. Mais fácil de ser instalado, o dispositivo que está sendo desenvolvido também tem a vantagem de ser 10% mais leve que os usados atualmente por contar com válvulas de borracha e ter baterias menores. Com isso, as rodas ganham equilíbrio e o consumo de energia elétrica cai em cerca de 30%, diz a fabricante.

Apesar de anunciar que está desenvolvendo o novo sistema, a marca coreana não diz quando estará disponível para ser instalado em seus modelos. Apenas cita que, a partir de 2013, todos os modelos que pesam menos que 3,5 toneladas deverão ser equipados com monitoramento eletrônico da pressão dos pneus.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Hyundai registra venda recorde nos EUA e cresce na Coreia do Sul


A Hyundai Motor, maior montadora sul-coreana, viu suas vendas domésticas crescerem pela primeira vez em seis meses em fevereiro, impulsionadas por novos modelos como o sedã Grandeur (Azera, em outros mercados).

As vendas externas da companhia também avançaram, em 15%, apoiadas no crescimento do mercado norte-americano, onde os descontos oferecidos por montadoras, como a General Motors, superaram preocupações quanto à alta cotação do petróleo.

"A alta dos preços do petróleo pode pesar na economia global. Mas montadoras sul-coreanas e japonesas oferecem modelos mais eficientes em combustível do que as norte-americanas. Elas também são fortes em veículos pequenos e médios, cuja demanda é maior do que de carros de grande porte por conta dos preços do petróleo", disse Kevin Lee, analista da Shinhan Investment.

A Hyundai e sua subsidiária Kia Motors registraram resultado recorde para o mês de fevereiro nos Estados Unidos.

As vendas globais da Hyundai cresceram 12% no mês passado, enquanto as da Kia subiram 28%.
Fonte: G1

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Hyundai supera 300 mil unidades vendidas em janeiro


As vendas mundiais da Hyundai registraram um crescimento de 14,2% em janeiro na comparação com o mesmo período de 2010. Ao todo foram vendidas 309.800 unidades de veículos da marca sul-coreana.

As 55.412 unidades vendidas na Coréia do Sul, no entanto, representaram um recuo de 7,3% em relação ao último mês de janeiro (59.774). A maior queda foi entre os SUV´s (-38,8%), com 6.617 unidades comercializadas (janeiro 2010: 10.815).


A forte recuperação veio fora das fronteiras sul-coreanas. Nas demais regiões do planeta o crescimento atingiu a marca de 20,3%, com 254.388 unidades vendidas – das quais 165.760 unidades produzidas nas seis unidades da montadora instaladas na China, nos EUA, na Turquia, na República Tcheca, na Índia e na Rússia.
Fonte: CarPlace

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Hyundai inaugura planta em Piracicaba


A Hyundai anunciou nesta sexta-feira, 25 de fevereiro, o início da construção de sua fábrica na cidade de Piracicaba, interior de São Paulo. A empresa pretende investir 600 milhões de dólares – o que equivale a quase 1 bilhão de reais – nas obras.

Durante a apresentação da nova planta, a montadora não mostrou ambição apenas pelo estado da obra, já bastante adiantada, mas também pelos planos. Segundo Han Chang Hwan, vice-presidente da empresa para as Américas, a Hyundai vai deixar a Ford em quinto lugar no mercado já em 2013, um ano depois da inauguração prevista de sua unidade fabril.

"Venderemos 100 mil carros importados, 150 mil fabricados aqui, em Piracicaba, e 50 mil em sistema de CKD, em Anápolis, o que nos dará uma fatia de mercado em torno de 10%. Sem fábrica, já temos 3% do mercado", disse Hwan, acompanhado do diretor de produção da nova planta, Lee Young Tack.

O terreno tem 139 hectares, dos quais 7 serão dedicados à área fabril, a nova fábrica demandará um investimento de 600 milhões de dólares, com a geração de 3800 empregos diretos.

Os fornecedores, a maior parte deles de origem coreana, investirão mais 300 milhões de dólares, com um total de 6000 empregos em todo o complexo. Tudo, por ora, para fabricar apenas um veículo: o compacto HB. Esse é apenas o nome de desenvolvimento do projeto. O definitivo será diferente, sendo o mais cotado i15, para diferenciá-lo do i20 (modelo já vendido no exterior, que lhe cede a plataforma) e o i30, hatch médio de bastante sucesso no mercado brasileiro.

Segundo Song Young Hyun, diretor de desenvolvimento da Hyundai e "pai" do HB, o carro não tem nada a ver com o que já foi revelado pela imprensa. Havia três propostas de desenho para o carro, provenientes de cada um dos centros de estilo da marca: um europeu, um americano e um coreano. Clínicas no Brasil ajudaram a escolher o modelo vencedor, que agora está na fase de testes no centro de desenvolvimento da sede da empresa, na Coreia do Sul.

A fábrica de Piracicaba também vai representar uma mudança organizacional dentro da Hyundai no país. Hoje, a fábrica de Anápolis produz carros da Hyundai (o Tucson, especificamente), mas pertence a Carlos Alberto de Oliveira Andrade, cujas iniciais formam a sigla CAOA, nome da atual importadora de veículos Hyundai. Com a instalação da marca no interior paulista, o comando das vendas, marketing e produção passará à empresa, restando a Andrade o papel de "parceiro".

"Ele (Carlos Alberto) ajudou muito a marca a crescer por aqui, continuará a nosso lado", disse Hwan. O presidente da operação brasileira será o executivo Kim Seong Bae.

Dívida? Que dívida?

O estado adiantado das obras e a presença de autoridades como o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, no lançamento da pedra fundamental da fábrica ajudaram a Hyundai a mostrar confiança em seu projeto de implantação no Brasil. Apesar da dívida de 1,7 bilhão de dólares que pesa contra a AsiaMotors. Que foi comprada pela Kia, na Coreia do Sul, em 1997. Que foi comprada pela Hyundai, no ano de 1998. Em outras palavras, a Hyundai pode ser vista como sucessora da dívida contraída pela Asia nos anos 1990.

A história começou da seguinte forma: a Asia, em parceria com empresários brasileiros, fez um acordo com o governo para a implantação de uma fábrica no Brasil. Pelo acordo, os carros importados da marca pagariam só 50% do imposto de importação devido, já que a empresa teria uma planta no país.

O problema é que a Asia teve problemas na Coreia do Sul e acabou sendo adquirida pela Kia. Com isso, a fábrica nunca saiu do papel, assim como a outra metade dos impostos devidos por cada Towner e Topic vendida no Brasil até aquele momento. A dívida, que estava na casa dos milhões de reais, cresceu com os juros e multas decorrentes do descumprimento do acordo com o governo.

Como a Asia pertence à Kia, que pertence à Hyundai, o governo federal pode considerar a marca como responsável pelo débito, três vezes maior do que o investimento previsto para a fábrica de Piracicaba. Se isso acontecer, a Hyundai pode tentar negociar a dívida ou simplesmente interromper a fábrica, cuja estrutura já se mostrava na cerimônia de lançamento de sua pedra fundamental.

As ações de cobrança da dívida continuam tramitando. Uma lei poderia anistiar a dívida, mas será difícil algum político propor ao governo a renúncia de 1,7 bilhão de reais. Também será difícil algum deles se responsabilizar por colocar um ponto final nas pretensões da fabricante coreana. Ainda mais por uma dívida que ela não reconhece como sua. "A Asia e a Hyundai são empresas diferentes. Não temos nada a ver com a dívida que ela contraiu", disse Hwan. O final dessa história, ainda distante, está nas mãos da Justiça e dos políticos brasileiros.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Hyundai e Samsung estudam parceria para colocar tablets em carros


Segundo rumores que circulam na imprensa da Coréia do Sul, a Hyundai está em negociações com a Samsung para desenvolver a nova geração de um sistema de conectividade que poderia permitir que os tablets sejam plenamente integrados em seus carros até 2013.

Esta parceria poderia abranger tudo, desde conectividade completa com smartphones a até um novo sistema de tablet que possa ser incorporado pelos carros da Hyundai no futuro. Obviamente, a conectividade à Internet por meio do smartphone faz parte do pacote, junto com outros aplicativos integrados que seriam controladas por meio do dispositivo incorporado ao carro.

Duas publicações coreanas afirmam que a Hyundai está desenvolvendo o “tablet” internamente com a ajuda de fornecedores externos, enquanto outro afirma a a parceria permitirá a conectividade com smartphones com o sistema Android da Samsung.

Segundo a Aol, a Hyundai está mesmo em negociações com a Samsung, citando uma fonte. De acordo com o site, os novos dispositivos serão lançados a partir de 2013.
Fonte: CarPlace

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Hyundai é investigada por propaganda enganosa


Acusada de publicidade enganosa, a Hyundai está na mira no Ministério Público por não cumprir o anúncio de revisões com preços tabelados. A irregularidade já está sendo investigada pela Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Minas Gerais, que exige esclarecimentos da marca dentro de 10 dias.

Uma consulta realizada pelo jornal Estado de Minas com diversas concessionárias Hyundai em Brasília (DF), Belo Horizonte (MG) e no Rio de Janeiro (RJ) mostrou que apenas duas lojas seguiam os valores de revisão divulgados nas propagandas. Nos demais pontos de venda os valores eram sempre superiores. Já em São Paulo, ainda de acordo com reportagem, todas as lojas, que pertencem ao grupo CAOA, os valores informados respeitavam a tabela.

O anúncio de revisões com preços fixos foi lançado pela Hyundai em dezembro de 2010. Porém, pela falta de comprometimento, a marca foi contra o artigo 37 do Código de Defesa do Consumidor, que aponta que "é enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, mesmo por omissão, capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços”. O MP de MG deu 10 dias para a empresa prestar esclarecimentos sobre o assunto.

Consultada pelo iG Carros, a assessoria de comunicação da CAOA afirmou que as concessionárias Hyundai por todo Brasil ainda estão se adequando a nova norma de revisões com preços tabelados. Aos clientes que encontrarem divergências nos valores, a empresa disponibiliza o telefone de seu SAC 0800-770-2011. As reclamações serão analisadas pelo departamento de pós-venda e, se necessário, os consumidores serão ressarcidos.
Fonte: iGCarros

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Dívida de R$ 1,7 bilhão põe em xeque fábrica da Hyundai em Piracicaba


A história é velha, mas continua sem solução. Há dez anos o fisco brasileiro tenta cobrar uma dívida de R$ 1,7 bilhão da Asia Motors do Brasil, montadora coreana que prometeu instalar uma fábrica no país, mas quebrou antes de assentar o primeiro tijolo da obra. Não sem antes ter embolsado o valor em isenções fiscais para vendas de veículos importados.

Pois a Asia Motors foi encampada pela Kia na Coreia do Sul que, por sua vez, foi comprada pela Hyundai. E agora, que essa última está prestes a lançar oficialmente a sua fábrica no Brasil, na cidade de Piracicaba, SP, o governo tenta transferir a dívida para ela pela lógica que a aponta como responsável pela Asia Motors.

Até então, a Kia Motors era alvo dessa cobrança, mas como não tem sede no Brasil (o grupo Gandini tem a representação apenas) não havia como exigir isso pelas vias judiciais. Uma longa matéria publicada no jornal Valor nesta sexta aponta que o fisco agora quer responsabilizar a Hyundai aproveitando que esta já possui CNPJ no Brasil e precisará assumir a marca após a conclusão da fábrica.

O dilema, segundo o Valor, é que há duas saídas possíveis. Se perdoar a dívida, o governo pode sair desmoralizado, já se cobrá-la pela justiça, pode transformar a fábrica de Piracicaba em garantia de pagamento do valor. Quem ficará feliz é a concorrência local que ganhará tempo antes da chegada do HB, o hatch compacto da Hyundai que promete fazer estragos em Gol, Palio, Uno, Celta e cia.
Fonte: Blogauto

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Hyundai bate seu recorde de vendas e de lucratividade no mundo


A fabricante de veículos sul-coreana Hyundai informou nesta quinta-feira (27) que o lucro da empresa apresentou alta de 48% no quarto trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior, saltando para US$ 1,3 bilhão, montante recorde.

A maior montadora da Coreia do Sul se tornou uma força importante na indústria global, expandindo agressivamente no exterior, com fábricas na China, Índia, Turquia, Estados Unidos, República Checa e a Rússia. Junto com a também sul-coreana Kia, elas formam o quinto maior grupo automotivo do mundo.

As vendas totais da marca no quarto trimestre aumentaram 5,1%, para 943.791 veículos, e no ano subiram 16,3% para um recorde de 3,61 milhões unidades em 2010. De acordo com a Hyundai, os números são resultado da demanda pelo Elantra, Sonata e a nova geração do Tucson, conhecida no Brasil como ix35.

O melhor desempenho da marca foi observado nos Estados Unidos, onde o volume de vendas aumentou 53,9% para 300.000 veículos, enquanto a receita subiu 46,8%, de acordo com a fabricante. As operações na China, o maior mercado de automóveis do mundo, também foram fortes, com volume de vendas subindo 23,3%, para 703.000 veículos, e 20,8% de aumento da receita.
As vendas das fábricas da Hyundai no exterior totalizaram 1,88 milhões de veículos, um crescimento de 25,9% em relação a 2009, afirmou a Hyundai. As exportações de veículos fabricados na Coreia do Sul aumentaram 17,8%, para 1,07 milhão.
Fonte: G1

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Grupo Hyundai CAOA lidera crescimento em publicidade no Brasil em 2010


O Ibope Monitor revelou a lista de maiores anunciantes do Brasil em 2010 e o grupo Hyundai CAOA foi considerado o que mais cresceu entre os cinco primeiros, pulando do 5º para o 3º lugar no geral, atrás apenas das Casas Bahia e da Unilever. Veja ranking das montadoras a seguir:

1º – Hyundai CAOA – R$ 1.206.980.000 (3º lugar no ranking geral)
2º – Fiat – R$ 779.958.000 (8º)
3º – Volkswagen – R$ 656.497.000 (11º)
4º – GM – R$ 551.319.000 (15º)
5º – Ford – R$ 533.260.000 (16º)
6º – PSA Peugeot Citroën – R$ 504.634.000 (21º)
7º – Renault – R$ 361.086.000 (31º)
8 – Kia – R$ 338.163.000 (34º)
9º – Mitsubishi – R$ 178.678.000 (64º)
10º – Honda – R$ 163.826.000 (69º)
11º – Nissan – R$ 153.158.000 (77º)
12º – Toyota – R$ 141.936.000 (84º)
13º – Subaru – R$ 86.463.000 (122º)

A Kia, apesar de gastar bastante, não chega nem perto da promoção que sua irmã faz. Impressiona também a discrição das marcas japonesas Honda e Toyota que gastam bem menos que suas rivais e francesas e têm vendas parecidas.
Fonte: BlogAuto

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Hyundai adota revisões com preço fixo no Brasil


Duas coisas são meio que regra quando falamos da Hyundai no Brasil: a boa é que seus carros são sempre elogiados pelo design e equipamentos e a ruim é que a CAOA, o grupo que a representa aqui, não perde a oportunidade de usar táticas de baixo nível para promover esses produtos. Mas sejamos justos quando uma outra boa notícia surge. A marca coreana divulgou com estardalhaço a adoção de revisões com preço fixo.

Era uma antiga demanda de seus clientes, que se assustavam com as variações de concessionária para concessionária e com os preços abusivos. Agora, segundo a montadora, os valores estão tabelados e “são os mais competitivos do mercado”, de acordo com o anúncio publicado em jornais de grande circulação.

Pelo histórico de propagandas tendenciosas, é racional sermos cautelosos com essa tabela, mas o fato de a informação ter sido publicada não deixa de ser uma prova para eventuais reclamações dos consumidores. Enfim, que seja a primeira de muitas ações da Hyundai para tornar seu pós-venda tão bom quanto seus veículos mais novos.

Atualizado às 17h49 – acabo de receber o release oficial da CAOA-Hyundai e o texto é conflitante. Num trecho fala-se que “os modelos têm preços de peças tabelados para todas as revisões e quilometragens” para logo em seguida se contradizer: “Uma tabela com os preços sugeridos de cada revisão está disponível no site da montadora”.

Ou seja, não há garantia nenhuma de preço mais competitivo já que fica claro que a montadora não tem controle sobre o que seus concessionários cobram (a maior parte da própria CAOA). Como dissemos, o fato de a Hyundai tornar públicos valores justos para seus serviços é positivo, mas, como em outras ocasiões, a publicidade faz parecer que a coisa é maior do que é.

Uma curiosidade sobre o pós-venda da Hyundai é que as revisões com mão de obra gratuita não acompanham a garantia de 5 anos: Toyota e Honda, por exemplo, só cobram pelos produtos trocados nas revisões de 10.000 e 20.000 km – a mão de obra só entra com 30.000 km, quando a garantia de 3 anos acaba. Já a Hyundai faz o mesmo, mas as revisões de 30.000 e 40.000 km, dentro da garantia têm a mão de obra cobrada.
Fonte: BlogAuto
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