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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Manuais da Hyundai ignoram português brasileiro


A PROTESTE, instituição responsável por promover o Latin NCAP – testes de impacto realizados com carros vendidos na América Latina – solicitou que a Hyundai faça algumas alterações nos manuais de instruções que acompanham seus veículos. Segundo o órgão, algumas palavras são desconhecidas no vocabulário brasileiro, muitas delas vêm do português de Portugal e até do espanhol.

Termos como “travões”, “atrelador", “aquando da activação”, “desempañador el parabrisas” e "estrada split-mu” foram encontrados nos arquivos de vários modelos, como o Veloster.

De acordo com a PROTESTE, todos os manuais de instrução de veículos importados precisam ser escritos em português "brasileiro" e não podem apresentar erros que dificultem o entendimento do proprietário do automóvel.

A CAOA, representante da Hyundai no Brasil, informou que já solicitou à matriz na Coréia do Sul que faça a revisão e a correção dos livros, mas não deu nenhum prazo para a entrega ou disponibilização dos novos arquivos em seu site.

Outras polêmicas

Essa não é a primeira vez que a Hyundai se envolve em polêmicas desse tipo. Além dos comerciais grandiosos, onde seus carros são sempre "os melhores do mundo", a marca também já foi autuada pelos números de potência do Veloster e por ter anunciado que foi considerada a melhor montadora do mundo pela JD Power - orgão norte-americano que faz pesquisa de satisfação de clientes - quando na verdade ficou apenas com o quarto lugar no quesito "satisfação inicial do consumidor".
Fonte:  iGCarros

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Hyundai oficializa versão flex do ix35


Apesar de estar disponível em algumas concessionárias da Hyundai há algum tempo, e ser divulgado pelo Grupo CAOA em propagandas publicitárias em jornais, revistas e na TV, somente agora o ix35 Flex teve sua chegada ao Brasil oficializada pelo importador. De acordo com um informe da empresa enviado à imprensa nesta quarta-feira, 2, o modelo tem preço inicial de R$ 88 mil, como já havíamos confirmado anteriormente.


O motor do Hyundai ix35 Flex é o mesmo do primo Kia Sportage Flex, ou seja, o 2.0 litros de 16 válvulas, com potência de 178 cavalos a 6.200 rpm e torque de 21,4 kgfm a 4.700 rpm (abastecido a etanol) e 169 cavalos a 6.200 rpm, torque de 20 kgfm a 4.700 rpm (com gasolina). A transmissão pode ser manual ou automática, sempre com seis velocidades.

De série, o carro vem equipado com direção elétrica com controle de torque, sistema multimídia com navegador GPS, câmera de ré, ar-condicionado eletrônico, computador de bordo, volante multifuncional, airbags frontais, encostos de cabeça ativos, sensor de estacionamento traseiro e controle de frenagem em declives (DBC).

São quatro versões de acabamento, sendo uma mecânica e três automáticas, com preços que variam de R$ 88 mil a R$ 93 mil. A variante mais cara da gama, porém, tem chegada prevista somente para junho deste ano. Esse modelo terá, certamente, preço acima dos R$ 100 mil.
Fonte: BlogAuto

segunda-feira, 23 de abril de 2012

HYUNDAI I30 GANHA SÉRIE ESPECIAL TROPHY NA AUSTRÁLIA


Esta semana a divisão australiana da Hyundai anunciou o retorno da edição limitada i30 Trophy. Esta série especial já havia sido lançada pela última vez em 2010 e baseia-se no i30 2.0 SX porém com o acréscimo de alguns itens de conforto. Os preços começam em 21,690 dólares (R$ 41.032,00).

A série especial tem rodas de liga leve de 16″, spoiler traseiro. O pára-choque dianteiro recebe faróis de neblina embutidas, e os emblemas ‘trophy’ na tampa traseira.

Os itens de série para as versões i30 e i30cw edições limitadas Trophy inclui ar-condicionado, entrada keyless, controle de cruzeiro, volante em couro, alarme, fechamento remoto, retrovisores e vidros elétricos, juntamente com entrada AUX, USB, conectividade iPod, e porta-luvas refrigerado.

O Hyundai i30 alcançou 5 estrelas na classificação de segurança da ANCAP e conta com os seguintes itens de segurança: ABS com EBD, controle de tração, controle de estabilidade e seis airbags.

O motor 2.0 litros a gasolina baseado na versão SX produz 142cv e 18,9 Kgf/m de torque máximo e pode ser acoplado ao câmbio manual ou automático.
Fonte: CarPlace

domingo, 15 de abril de 2012

Santander fecha acordo com a Hyundai para financiar carros da marca com exclusividade no Brasil


O Santander e a Hyundai Motor Brasil fecharam um acordo de exclusividade para financiar a venda de automóveis da montadora sul-coreana que serão produzidos no Brasil. O banco irá ceder créditos tanto para pessoas físicas na aquisição de veículos como para concessionárias na aquisição de carros para estoque. Apesar de informar que irá oferecer “linhas competitivas”, taxas e valores não foram divulgados no comunicado.

“Temos plena confiança no Brasil e por isso estamos sempre em busca de expandir nossa atuação no País”, disse em nota à imprensa o vice-presidente executivo da Santander Financiamentos, Félix Cardamone, destacando que, no último trimestre de 2011, o banco teve o melhor desempenho dos últimos anos no financiamento de veículos. A expansão foi de 7% ante o terceiro trimestre do ano e de 14% em 12 meses.

A Hyundai finaliza em Piracicaba (SP) sua primeira fábrica no território nacional – a planta em Anápolis, no estado de Goiás, é do importador CAOA, que deverá deixar de trazer os veículos da montadora ainda neste ano –, prevista para ser inaugurada no final do ano. Espera-se que no primeiro ano a fábrica tenha uma produção de 150 mil unidades, do compacto do projeto HB, desenvolvido especialmente para o nosso mercado. Sobre a duração do contrato de exclusividade, o Santander responde que a parceria com a Hyundai será de “longo prazo”.
Fonte: BlogAuto

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Hyundai exige uso de carros para fechar patrocínio com Corinthians, diz jornal


Não é de hoje que a Hyundai negocia um acordo de patrocínio com o Sport Club Corinthians Paulista. Sigilo é a palavra de ordem nas negociações entre o clube e a montadora, mas a imprensa esportiva vai, aos poucos, descobrindo os detalhes que ainda impedem a oficialização do acordo.

Segundo informações do diário Lance!, não é apenas o contrato vigente com a atual patrocinadora do Corinthians que impede a assinatura da nova parceria com os coreanos. Um dos entraves seria a obrigatoriedade do uso dos carros da Hyundai pelos atletas do time paulista. O pré-acordo firmado entre as partes prevê que cada jogador do Corinthians ganharia dois veículos que seriam emprestados em regime de comodato pela montadora. Após um ano, quem manifestasse vontade de comprar o automóvel teria desconto na aquisição, mas quem recusasse a aquisição teria o carro trocado por um modelo zero quilômetro. No entanto, todos seriam obrigados a usar os veículos em seus deslocamentos urbanos, especialmente nas idas ao clube.

O jornal afirma que é justamente esta exigência que estaria impedindo o acordo. Como os contratos de vários atletas estão em vigência, eles teriam de ser convencidos a deixar seus atuais carros na garagem para usar um Hyundai no dia-a-dia. O Corinthians crê que a Hyundai é que deve falar diretamente com os jogadores, mas a montadora acha que cabe ao clube chamar os atletas para conversar.

A prática de conceder veículos para atletas de grandes clubes é muito comum na Europa. Uma das montadoras que mais investem no futebol é a Audi, que apóia clubes como Barcelona, Milan e Real Madrid. O acordo prevê que os atletas destas agremiações são obrigados a dirigirem carros da marca alemã quando podem ser vistos nas dependências de seus clubes.

Boatos indicam que o Corinthians poderia desembolsar até 50 milhões por ano em um contrato de três anos de duração, conforme o mesmo diário Lance! noticiou no início da semana. Se a Hyundai realmente estampar sua logomarca na camisa do Corinthians, uma situação curiosa será criada entre o alvinegro e seu arquirrival Palmeiras. Isso porque o clube verde e branco assinou recentemente um contrato de patrocínio de três anos com a Kia Motors, uma das maiores concorrentes da Hyundai pelo mundo. Vale ressaltar que Hyundai e Kia pertencem ao mesmo conglomerado, mas operam de forma independente em todos os mercados.
Fonte: QuatroRodas
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