Pesquisa personalizada

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Hyundai supera 300 mil unidades vendidas em janeiro


As vendas mundiais da Hyundai registraram um crescimento de 14,2% em janeiro na comparação com o mesmo período de 2010. Ao todo foram vendidas 309.800 unidades de veículos da marca sul-coreana.

As 55.412 unidades vendidas na Coréia do Sul, no entanto, representaram um recuo de 7,3% em relação ao último mês de janeiro (59.774). A maior queda foi entre os SUV´s (-38,8%), com 6.617 unidades comercializadas (janeiro 2010: 10.815).


A forte recuperação veio fora das fronteiras sul-coreanas. Nas demais regiões do planeta o crescimento atingiu a marca de 20,3%, com 254.388 unidades vendidas – das quais 165.760 unidades produzidas nas seis unidades da montadora instaladas na China, nos EUA, na Turquia, na República Tcheca, na Índia e na Rússia.
Fonte: CarPlace

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Hyundai inaugura planta em Piracicaba


A Hyundai anunciou nesta sexta-feira, 25 de fevereiro, o início da construção de sua fábrica na cidade de Piracicaba, interior de São Paulo. A empresa pretende investir 600 milhões de dólares – o que equivale a quase 1 bilhão de reais – nas obras.

Durante a apresentação da nova planta, a montadora não mostrou ambição apenas pelo estado da obra, já bastante adiantada, mas também pelos planos. Segundo Han Chang Hwan, vice-presidente da empresa para as Américas, a Hyundai vai deixar a Ford em quinto lugar no mercado já em 2013, um ano depois da inauguração prevista de sua unidade fabril.

"Venderemos 100 mil carros importados, 150 mil fabricados aqui, em Piracicaba, e 50 mil em sistema de CKD, em Anápolis, o que nos dará uma fatia de mercado em torno de 10%. Sem fábrica, já temos 3% do mercado", disse Hwan, acompanhado do diretor de produção da nova planta, Lee Young Tack.

O terreno tem 139 hectares, dos quais 7 serão dedicados à área fabril, a nova fábrica demandará um investimento de 600 milhões de dólares, com a geração de 3800 empregos diretos.

Os fornecedores, a maior parte deles de origem coreana, investirão mais 300 milhões de dólares, com um total de 6000 empregos em todo o complexo. Tudo, por ora, para fabricar apenas um veículo: o compacto HB. Esse é apenas o nome de desenvolvimento do projeto. O definitivo será diferente, sendo o mais cotado i15, para diferenciá-lo do i20 (modelo já vendido no exterior, que lhe cede a plataforma) e o i30, hatch médio de bastante sucesso no mercado brasileiro.

Segundo Song Young Hyun, diretor de desenvolvimento da Hyundai e "pai" do HB, o carro não tem nada a ver com o que já foi revelado pela imprensa. Havia três propostas de desenho para o carro, provenientes de cada um dos centros de estilo da marca: um europeu, um americano e um coreano. Clínicas no Brasil ajudaram a escolher o modelo vencedor, que agora está na fase de testes no centro de desenvolvimento da sede da empresa, na Coreia do Sul.

A fábrica de Piracicaba também vai representar uma mudança organizacional dentro da Hyundai no país. Hoje, a fábrica de Anápolis produz carros da Hyundai (o Tucson, especificamente), mas pertence a Carlos Alberto de Oliveira Andrade, cujas iniciais formam a sigla CAOA, nome da atual importadora de veículos Hyundai. Com a instalação da marca no interior paulista, o comando das vendas, marketing e produção passará à empresa, restando a Andrade o papel de "parceiro".

"Ele (Carlos Alberto) ajudou muito a marca a crescer por aqui, continuará a nosso lado", disse Hwan. O presidente da operação brasileira será o executivo Kim Seong Bae.

Dívida? Que dívida?

O estado adiantado das obras e a presença de autoridades como o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, no lançamento da pedra fundamental da fábrica ajudaram a Hyundai a mostrar confiança em seu projeto de implantação no Brasil. Apesar da dívida de 1,7 bilhão de dólares que pesa contra a AsiaMotors. Que foi comprada pela Kia, na Coreia do Sul, em 1997. Que foi comprada pela Hyundai, no ano de 1998. Em outras palavras, a Hyundai pode ser vista como sucessora da dívida contraída pela Asia nos anos 1990.

A história começou da seguinte forma: a Asia, em parceria com empresários brasileiros, fez um acordo com o governo para a implantação de uma fábrica no Brasil. Pelo acordo, os carros importados da marca pagariam só 50% do imposto de importação devido, já que a empresa teria uma planta no país.

O problema é que a Asia teve problemas na Coreia do Sul e acabou sendo adquirida pela Kia. Com isso, a fábrica nunca saiu do papel, assim como a outra metade dos impostos devidos por cada Towner e Topic vendida no Brasil até aquele momento. A dívida, que estava na casa dos milhões de reais, cresceu com os juros e multas decorrentes do descumprimento do acordo com o governo.

Como a Asia pertence à Kia, que pertence à Hyundai, o governo federal pode considerar a marca como responsável pelo débito, três vezes maior do que o investimento previsto para a fábrica de Piracicaba. Se isso acontecer, a Hyundai pode tentar negociar a dívida ou simplesmente interromper a fábrica, cuja estrutura já se mostrava na cerimônia de lançamento de sua pedra fundamental.

As ações de cobrança da dívida continuam tramitando. Uma lei poderia anistiar a dívida, mas será difícil algum político propor ao governo a renúncia de 1,7 bilhão de reais. Também será difícil algum deles se responsabilizar por colocar um ponto final nas pretensões da fabricante coreana. Ainda mais por uma dívida que ela não reconhece como sua. "A Asia e a Hyundai são empresas diferentes. Não temos nada a ver com a dívida que ela contraiu", disse Hwan. O final dessa história, ainda distante, está nas mãos da Justiça e dos políticos brasileiros.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Hyundai e Samsung estudam parceria para colocar tablets em carros


Segundo rumores que circulam na imprensa da Coréia do Sul, a Hyundai está em negociações com a Samsung para desenvolver a nova geração de um sistema de conectividade que poderia permitir que os tablets sejam plenamente integrados em seus carros até 2013.

Esta parceria poderia abranger tudo, desde conectividade completa com smartphones a até um novo sistema de tablet que possa ser incorporado pelos carros da Hyundai no futuro. Obviamente, a conectividade à Internet por meio do smartphone faz parte do pacote, junto com outros aplicativos integrados que seriam controladas por meio do dispositivo incorporado ao carro.

Duas publicações coreanas afirmam que a Hyundai está desenvolvendo o “tablet” internamente com a ajuda de fornecedores externos, enquanto outro afirma a a parceria permitirá a conectividade com smartphones com o sistema Android da Samsung.

Segundo a Aol, a Hyundai está mesmo em negociações com a Samsung, citando uma fonte. De acordo com o site, os novos dispositivos serão lançados a partir de 2013.
Fonte: CarPlace

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Segundo agência, Hyundai i30 tem a menor desvalorização da categoria


De acordo com estudo divulgado pela agência AutoInforme, o Hyundai i30 é o hatch médio com menor perda de valor após um ano de uso atualmente. O estudo, com base em dados da consultoria Molicar, aponta que o modelo coreano, líder do segmento, deprecia 13,9% após 12 meses de aquisição, pouco abaixo da média de 15,6% obtida na categoria. Isso se deve ao fato de o dois-volumes ainda ter o mesmo visual de lançamento, além de sua procura aquecida no mercado de usados.

A redução de 13,9% no valor é registrada na versão GLS com motor 2.0 e transmissão automática. Com câmbio manual, a perda é maior, de 14,2%, a segunda menor desvalorização do segmento. Ele ficou por pouco à frente dos Focus GLX 2.0 e Ghia 2.0 AT, que obtiveram depreciação de 14,4% e 14,6%, respectivamente. O VW Golf 1.6 Sportline registrou redução de 14,6%, enquanto o 2.0 GT perdeu 14,7% de seu preço para revenda. A maior desvalorização foi do Peugeot 307, com 18,4% de queda no valor.


DEPRECIAÇÃO
Marca Versão Depreciação
Hyundai i30 GLS 2.0 16v AT Gas. 4p - 13,9%
Hyundai i30 GLS 2.0 16v MT Gas. 4p - 14,2%
Ford Focus Hatch GLX 2.0 16v Gas. 4p - 14,4%
Ford Focus Hatch GHIA 2.0 16v (Aut.) Gas. 4p - 14,6%
Volkswagen Golf (Flex) 1.6 (Sportline) A/G. 4p - 14,6%
Média - 15,6%
Volkswagen New Beetle 2.0 Gas. 2p - 17,4%
Nissan Tiida (Flex) S 1.8 16v-MT A/G 4p - 17,8%
Nissan Tiida (Flex) SL 1.8 16v-MT A/G 4p - 17,9%
Peugeot 307 hatch (Flex) Presence 1.6 16v A/G 4p - 18,4%
Feline 2.0 16v (Flex) (Aut.) A/G 4p - - 18,4%

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Sonata blindado sai por R$ 163 mil


A versão blindada do Hyundai Sonata já pode ser adquirida no País. O sedã sul-coreano com proteção nível 3A – que suporta até disparos de pistolas 9mm e Magnum 44 – é oferecido por R$ 163 mil na concessionária Avallon. O preço sugerido para o carro sem blindagem é de R$ 105 mil.

De acordo com a autorizada, a blindagem tem garantia de quatro anos e não compromete a garantia de fábrica do modelo, de cinco anos. Todas as revisões da blindagem são feitas juntamente com as do veículo.
Related Posts with Thumbnails